domingo, 19 de maio de 2013

O PROPÓSITO MAIOR DE DEUS


E o SENHOR nos ordenou que fizéssemos todos estes estatutos, para temermos ao SENHOR, nosso Deus, para o nosso perpétuo bem, para nos guardar em vida, como no dia de hoje. E será para nós justiça, quando tivermos cuidado de fazer todos estes mandamentos perante o SENHOR, nosso Deus, como nos tem ordenado. Deuteronômio 6.24,25

Nesses versículos, vemos que há bênçãos à espera de quem observa os estatutos: quem temer o Senhor será recompensado com perpétuo bem, será guardado em vida, e isso lhe será por justiça. O segredo é cumprir todos os mandamentos divinos. Como isso é direção que veio dos lábios do nosso Criador, devemos levá-la a sério; afinal, ao cumprirmos os planos divinos, o bem virá até nós.
Temer o Senhor é respeitar a divina vontade em relação à nossa vida. Tudo o que Ele diz no Livro Santo é o que deseja que tenhamos e façamos. Ainda que algumas orientações venham de encontro à nossa vontade, e o homem natural não queira obedecer a elas, o melhor é aceitá-las, pois Ele sabe o que diz. Deus jamais ordenaria algo para nos prejudicar, escravizar ou impedir de sermos pessoas realizadas. Tudo o que o Altíssimo fala é para o nosso bem.
Há recompensa para a obediência: o nosso perpétuo bem. Alguém pode trabalhar com comércio, por exemplo, e ser bem-sucedido nessa área. No entanto, se o Senhor o chamar para fazer algo diferente – como ajudar os necessitados e pregar a Palavra aos pagãos em terras onde há perseguição –, que não lhe trará o lucro financeiro que tem obtido, ele deve preparar-se e ir; pois, na eternidade, será recompensado pela obediência.
Aqueles que cumprem os estatutos divinos serão guardados em vida. Portanto, do que mais precisamos? Com essa declaração do Senhor, Ele obriga-Se a guardar das investidas malignas os que Lhe obedecem. Logo, ninguém deve fazer coisa alguma por decisão própria; mas, se for de acordo com a chamada divina, deve resistir a qualquer diagnóstico ruim e, ao mesmo tempo, reivindicar que seja guardado em vida.
Então, o ato de cumprir os estatutos também lhe será imputado por justiça. Isso significa que, ainda que, em determinado momento, você esteja “no vermelho” por não ter observado bem algum aspecto da Palavra, e o maligno requeira de Deus permissão para atacá-lo, o Senhor considerará que a sua obediência ao chamado dEle é um ato de justiça maior; por isso, Ele não o entregará nas mãos do maligno.
É interessante notar que temos de obedecer, diante do Senhor, ao que nos é pedido com cuidado, para conseguirmos ir bem em tudo. Por isso, devemos estar sempre em comunhão com o nosso Deus e Pai, e, ao tomarmos alguma posição, fazer isso segundo a fé que Ele nos tem concedido. Não podemos cumprir Suas ordens com o semblante fechado, mas, sim, com alegria.

sexta-feira, 17 de maio de 2013

A SUA ALMA TEM DE SAIR DA PRISÃO


Tira a minha alma da prisão, para que louve o teu nome; os justos me rodearão, pois me fizeste bem. Salmo 142.7

A alma de toda a humanidade estava na prisão, tendo em vista que Adão, nosso primeiro pai, ao pecar, colocou-nos debaixo da influência do maligno. No entanto, quando Jesus pagou o preço da nossa redenção, fomos livres da condenação do pecado. Hoje, não temos absolutamente que aceitar nenhuma ordem do diabo, nem mesmo nos submeter aos seus caprichos. Afinal, fomos completamente libertos pelo Filho de Deus por meio de Sua morte na cruz do Calvário.
Se o cristão pecar, ficará novamente na mão do opressor. Então, será preciso uma confissão sincera e verdadeira, bem como um arrependimento completo e total para se livrar do cativeiro do inimigo. Se ele apenas deixar de praticar a iniquidade, ainda não estará livre, pois, mesmo que se tenha passado 50 anos ou mais, é necessário fazer a confissão, já que a antiguidade do erro não irá redimi-lo de sua transgressão.
O Senhor Deus é fiel e justo para perdoar (1 Jo 1.9) e salvar àqueles que se arrependem e aceitam Jesus como Salvador e Senhor. Porém, para os que foram salvos, mas voltaram a cair em transgressão, não há outro modo de conseguir a libertação a não ser confessando seu erro. Só será perdoada a pessoa que confessar e deixar o pecado para trás. Por outro lado, de nada adiantará deixar de pecar, tendo em vista que aquele que não busca o perdão continua nas mãos do inimigo.
Sem liberdade, a sua alma não consegue louvar o Nome do Senhor. Por mais que alguém tente caminhar na luz, se não for libertado da prisão espiritual que o mantém sob a autoridade de Satanás, ele não sairá para a liberdade. Quem aceita o plano da salvação, recebendo Jesus como Salvador, é feito nova criatura e, por isso, não deve mais nada ao diabo (2 Co 5.17). Contudo, se cair em transgressão, terá de confessá-la a Deus.
Quando a igreja está em oração, acontece um fato lindo. O Senhor toma alguns para orar nas línguas dos anjos e, então, na intercessão que fazem, rodeiam a pessoa que foi salva com suas orações, e ela fica de fora da ação do maligno. É maravilhoso o que Deus faz por todos os que Lhe servem na graça que foi derramada sobre eles. Quem já foi liberto deve esforçar-se para não pecar de novo, a fim de que algo pior não lhe suceda.
Se já é salvo, não se submeta à vontade de Satanás, pois, ao aceitar o sacrifício de Jesus em seu favor, você adquiriu libertação completa dos sofrimentos. Agora, pode usar o Nome de Jesus contra qualquer ato do diabo. Por isso, seria bom ver se ainda existe algo de errado em você, e, se houver, desfaça-se disso para sempre. Assim, poderá desfrutar da liberdade que há na fé em Jesus.