sexta-feira, 7 de setembro de 2012

A CHAVE DO SUCESSO

O temor do SENHOR é o princípio da ciência; os loucos desprezam a sabedoria e a instrução.
                                                                                                                                                   Provérbios 1.7

Em Sua misericórdia, o Senhor usou Salomão para explicar a necessidade de se respeitar a Palavra de Deus – respeito esse que se traduz em obediência, em se curvar diante do que Ele diz, aceitando Sua declaração como verdade máxima. Nos versículos de 2 a 6 do primeiro capítulo de Provérbios, Salomão fala de prioridades para que se obtenha sucesso, as quais não terá quem não tiver tal temor.
Ninguém conseguirá a verdadeira sabedoria e instrução se desprezar o que o Criador declara – e não há como obtê-las de outras fontes. O máximo que se consegue é o acúmulo de boas informações. No entanto, por meio desse versículo, vemos como o Senhor deseja que Seus filhos tenham pleno conhecimento da sabedoria e dominem a instrução. Ele deu essa dádiva a Salomão, fazendo dele o homem mais sábio (1 Rs 3.6-12), e agora estende o mesmo favor a nós.
Mesmo sendo salvo e cheio do Espírito Santo, é preciso ter as palavras da prudência, a qual tem a sua própria ciência. O prudente jamais cairá nas mãos do inimigo, que sempre procura um meio de nos derrubar, fazendo ofertas mirabolantes e se esforçando para nos ter de volta. Ele sabe que, com o conhecimento destinado a nós, seremos uma grande ameaça aos seus planos imundos. 
Durante a pregação do Evangelho, o Senhor derrama copiosamente chuvas de entendimento. De fato, um culto dirigido pelo Santo Espírito é como uma verdadeira torrente de instrução do entendimento. No entanto, quem não tem o temor de Deus sente apenas emoção. Ora, lágrimas, bons propósitos e orações sem poder nada produzem. É preciso que aprendamos como entender o que nos está sendo revelado, pois a nós os mistérios do Reino dos Céus são descortinados.
São muitas as revelações que o nosso Deus nos dá. Ele fala da instrução da justiça – nossa ação sobre Sua revelação – e do juízo – o que Jesus fez por nós. Além disso, revela-nos a instrução da equidade, o tratamento igual a todos. Esses são detalhes que nos farão ser produtivos e, ao mesmo tempo, livres da condenação. Lembre-se de que precisamos disso nesta vida e na vindoura, pois essa comida jamais perece (Jo 6.27).
Temer o Senhor dará prudência aos simples e conhecimento e bom juízo aos jovens. Tudo isso para que o sábio – o salvo – tenha capacidade para ouvir e crescer em sabedoria, e o instruído adquira sábios conselhos, podendo entender provérbios e suas interpretações, como também compreender as palavras dos sábios e suas adivinhações.

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

POR QUE VOCÊ PECA?

Nada acrescentareis à palavra que vos mando, nem diminuireis dela, para que guardeis os mandamentos do SENHOR, vosso Deus, que eu vos mando.
                                                                                                                                                            Deuteronômio 4.2

De acordo com a declaração contida na Bíblia, todo aquele que é nascido de Deus não peca (1 Jo 5.18). O Altíssimo planejou que jamais envergonhássemos Seu bom Nome que sobre nós é invocado e, assim, caíssemos em pecado. No entanto, por não examinarmos as Escrituras – que contêm a vida eterna e testificam a nosso respeito –, não cumprimos nosso dever. Com isso, o inimigo tem tido muito sucesso em manter o povo do Senhor longe da presença do Pai.
De maneira nenhuma, nem para livrar alguém de um perigo mortal, acrescente algo à Palavra. Se tiver de passar fome, faça isso de cabeça erguida, pois qualquer provação que lhe sobrevier jamais será superior às suas forças, e, ao mesmo tempo, o Senhor lhe dará o escape. Quem acrescenta algo à revelação cai nas mãos do destruidor, o qual não conhece compaixão nem misericórdia, uma vez que o plano dele é matar, roubar e destruir (Jo 10.10).
Em geral, os recém-chegados à família divina sofrem um tipo específico de tentação: o de diminuir o cumprimento da ordenança de Deus ou de se esquecer de muitas proibições. Por muito tempo, tais pessoas serviram aos caprichos do inimigo e, agora, acreditam que não conseguirão viver dignamente, obter sucesso ou a solução de seus problemas se não amenizarem alguma parte da Palavra que consideram rigorosa. Ledo engano! É assim que naufragam na fé.
Quem acrescenta ou tira algo do Verbo divino não consegue guardar os mandamentos, nem os negativos, de admoestação – não farás isso e aquilo –, nem os positivos, a fim de que se torne uma bênção. Quem age assim até declara que pode todas as coisas em quem o fortalece (Fp 4.13), mas continua fraco; diz que é tão forte, porém nada acontece. Nesse versículo de Deuteronômio, no entanto, o Senhor nos ensina o modo correto de vencer.
Como é triste ver cristãos enganados, cambaleando na fé, dominados por vícios e demais práticas erradas! Há pessoas que nunca sentem a presença de Deus, mas, se alguma vez o Senhor as visita, elas acreditam que Ele já lhes perdoou e, por isso, mantêm escondida em seu coração a maldade. De fato, o Altíssimo é fiel e justo para nos perdoar (1 Jo 1.9), mas nosso desejo de não mais cometer aquele erro, nossa confissão pelo pecado e nossa recusa a nos entregarmos ao inimigo têm de ser verdadeiros.
Cristo pediu a João Batista que O batizasse, pois toda justiça teria de ser cumprida (Mt 3.13-15). O cristão precisa do batismo de arrependimento, santidade e transformação. Enquanto se cala no pecado, ele continua servo daquele demônio que o levou ao erro. Acorde! Você é possessão redimida e, para tanto, precisa consertar-se com Deus imediatamente.