quinta-feira, 9 de agosto de 2012

ALEGRE-SE E SALTE DE PRAZER


Em ti me alegrarei e saltarei de prazer; cantarei louvores ao teu nome, ó Altíssimo. Porquanto os meus inimigos retrocederam e caíram; e pereceram diante da tua face. Pois tu tens sustentado o meu direito e a minha causa; tu te assentaste no tribunal, julgando justamente. 
                                                                                                                                  Salmo 9.2-4

A solução que conseguimos com a ajuda direta do Senhor é bem melhor do que aquela obtida indiretamente, com a mão do homem. O salmista sabia que, em Deus, teria alegria e saltaria de prazer. Da mesma forma, todo aquele que provar o socorro divino também ficará livre do inimigo. O melhor é que isso está disponível a qualquer pessoa, pois Deus sempre atende quem segue Suas orientações.

Muitas batalhas podem ser ganhas com grande esforço; no entanto, quando usamos a fé, a obra é feita de modo pleno. Na verdade, Deus promove maravilhas de várias maneiras: por meio do clima, do amor, da compreensão, da Medicina e, é claro, da fé. Por isso, nenhuma dessas formas devem ser combatidas ou proibidas. Entretanto, bom é quando conseguimos entender como a fé funciona, fazendo uso dela.

Desde o início da criação, aqueles que usaram o Nome de Jesus ficaram maravilhados com Seu poder. Ora, os que aprendem a usar essa arma espiritual descobrem o segredo de vencer as lutas. Além disso, o Senhor ensinou a Seus discípulos a curarem doenças e expulsarem espíritos malignos com Seu Maravilhoso Nome, algo que faz com que nós, assim como o salmista, cantemos louvores ao glorioso Salvador.

Quando o cristão, com o Nome de Jesus, repreende o inimigo e seus males, estes retrocedem e caem. Quando a solução do problema é obtida de outra maneira, o mesmo não acontece, e, algumas vezes, o maligno volta com mais força. Entretanto, com a operação do poderoso Nome do Senhor, o mal perde o poder de escravizar, uma vez que Cristo declarou que aquele que é liberto por Ele verdadeiramente fica livre (Jo 8.36).

Nesse caso, a libertação completa ocorre porque o Senhor sustenta nosso direito, visto que já pagou o preço pela libertação dos Seus. No entanto, para que essa condição seja real e duradoura, basta nos levantarmos em Seu Nome e colocarmos o inimigo para correr. Além disso, as causas de quem crê na Palavra são sustentadas pelo único e verdadeiro Deus, que, quando opera, não pode ser impedido de agir. Esse é o segredo para ser completamente liberto.

A sua ação de fé para reivindicar o que é seu por direito faz o Senhor assentar-Se no tribunal. Quando isso ocorre, o que lhe pertence é respeitado, pois Ele julga de modo justo, e os que batalham pela fé tornam-se tão bem-sucedidos que vivem sempre com alegria e saltando de prazer, conhecendo somente vitórias. Logo, os salvos são reconhecidos pelo modo de viver, sempre cantando louvores a Deus. E não se esqueça de que a sua positividade em tudo faz os perdidos também procurarem o Senhor.

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

VEREDAS DIREITAS


E fazei veredas direitas para os vossos pés, para que o que manqueja se não desvie inteiramente; antes, seja sarado. 
                                                                                                                                 Hebreus 12.13

Ao homem o Senhor permite e ordena que crie veredas, contanto que ele se esforce para que sejam direitas. No entanto, para que isso seja possível, deve-se recorrer à revelação da Palavra de Deus. Ora, a Bíblia não limita a diversidade de caminhos a serem criados, mas eles devem ser estabelecidos de modo que o temor do Altíssimo norteie todas as ações. Para tanto, a cooperação dos Céus é imprescindível, ou nada de bom poderá ser realizado.

As veredas do justo não podem ter atalhos nem curvas, o que exige obediência a Deus. Isso porque a maneira como andamos está relacionada ao modo como exercemos nosso ministério. A forma como o Senhor nos ensina a pregar, testemunhar, orar e repreender o mal é de suma importância, pois é assim que faremos muitos passarem pela porta estreita e pelo caminho apertado (Mt 7.14). Portanto, peça, e o Senhor lhe mostrará o melhor meio de fazer Sua obra.

Além disso, buscar caminhos retos ajudará os perdidos à sua volta a tomarem sábias decisões, impedindo-os de ficar em dúvida na hora de dizer sim ou não a alguma proposta. Contudo, o início e o fim dessa busca devem ser a fé, uma vez que, caminhando retamente, jamais será feito o que vier à cabeça, impedindo o comprometimento com o maligno. Dessa forma, no momento da tentação, os que fizerem tal escolha evitarão, com a maior facilidade, o caminho mau e, com isso, não cairão em transgressão.

O Senhor enviará pessoas para usufruírem da nossa maneira de ministrar, haja vista que muitos estão manquejando na fé. Diante disso, se o que criarmos forem caminhos direitos, perfeitos e planos, os enviados não tropeçarão. Por essa razão, é importante termos a direção divina para desenvolvermos o nosso ministério, a fim de não somente caminharmos bem, mas também ajudarmos outros a não se desviarem da vontade do Altíssimo. Então, siga a orientação do Pai celeste.

Pelo texto que estamos estudando, entende-se que Deus deseja que todos sejam sarados. Logo, a nossa responsabilidade é muito grande, já que as veredas que criamos servirão de remédio para muitos. Todavia, se os caminhos que trilhamos forem escolhidos sem a ajuda dos Céus, não teremos a menor possibilidade de levar os que manquejam à cura, e a vontade divina terá sido desrespeitada.

A preocupação do Senhor de que a pessoa que manqueja não se desvie mostra que Ele não deseja que ninguém se perca eternamente. Na verdade, o Pai celestial está na obra de salvar e curar os fracos e perdidos. Ele já fez o necessário para que todos acertem o caminho; com a ajuda dEle, seremos sempre bem-aventurados em nossa missão.

O plano da redenção foi feito de modo completo e nele há tudo aquilo de que o ímpio necessita para ser salvo. Contudo, o modo como exercemos nosso ministério poderá ou não levar à salvação aqueles que ainda estão perdidos. Que grande oportunidade temos da parte do Senhor, não é verdade?