terça-feira, 11 de junho de 2013

O MELHOR ESCRITO


No SENHOR, Deus de Israel, confiou, de maneira que, depois dele, não houve seu semelhante entre todos os reis de Judá, nem entre os que foram antes dele. 2 Reis 18.5

Há um costume de escrever na lápide do túmulo de algumas pessoas algo que possa explicar o tipo de vida que elas tiveram. De Ezequias, rei de Judá, foi dito que, nem antes nem depois dele, houve semelhante entre todos os reis de Judá. Se todos os servos de Deus se esforçassem para terem escrito “semelhante” a seu respeito, o mundo viveria melhor, e a obra de Deus prosperaria muito.
Não dá para entender como alguém que tenha conhecido o amor de Deus não passe a confiar nEle de todo o coração. Quem o faz prova que é muito recompensador e gratificante crer no Senhor que cura, liberta e protege. Por que deixar, então, de pôr sua confiança no Altíssimo, ficando, assim, exposto às investidas do inimigo (Sl 97.10)? Os reis que foram antes de Ezequias não experimentaram o quanto Deus os podia ter amado.
Da mesma forma, o cristão carnal, o incrédulo e o displicente não conseguem ter mais de Deus. Alguns, ao verem os fiéis e justos prosperarem, perguntam-se por que o Pai celeste não os ajuda como faz com os servos verdadeiros. O certo é que somos amados na mesma proporção que amamos o Senhor. Quem quer ter dias melhores, ser protegido do mal e viver na atmosfera milagrosa do Senhor deve amá-Lo com todo o coração.
O perverso Senaqueribe, rei da Assíria, investiu contra o reino de Judá. Ele julgou que o culto ali praticado ao Senhor fosse como os outros que se ofereciam nas mais diversas nações aos seus falsos deuses, obra de invenção humana. Mas, em Judá, ele encontrou um rei que servia, de fato, ao verdadeiro Deus e um profeta que conhecia o Senhor. Em uma só noite, Senaqueribe perdeu 185 mil soldados, mortos por um anjo de Deus.
No jardim do Getsêmani, o Senhor Jesus disse que, se quisesse, oraria ao Pai e seriam enviados a Ele 12 legiões de anjos (Mt 26.53). Os servos de Deus, em momento de aperto ou necessidade, podem orar, e o Altíssimo enviará quantos anjos forem necessários para ajudá-los. Um só anjo liquidou com o exército do rei da Assíria. O que esse episódio nos ensina é que basta o Senhor enviar um só dos Seus anjos, e a obra será feita por completo.
Eles poderiam ter contado isso ou outros feitos acerca de Ezequias, mas a lição mais importante era que esse monarca confiara no Todo-Poderoso de tal modo que não houve paralelo em todo o tempo em que Judá foi uma nação. Que de você se fale coisa parecida, pois isso será como um diploma de servo que soube ouvir o Pai e servir a Ele. Mesmo o prezado leitor não tendo um filho que tenha dado alegrias ao Altíssimo, que tal começar hoje?

segunda-feira, 10 de junho de 2013

A LINDA MENSAGEM DO EVANGELHO


Porque o dia da vingança estava no meu coração, e o ano dos meus redimidos é chegado. Isaías 63.4

Desde o dia em que o diabo enganou Adão e Eva, Deus planejou no Seu coração que vingaria o prejuízo que o Seu plano teve. Ele havia criado o homem para ser Seu companheiro, parceiro na Sua criação; porém, o pecado fez uma separação que, aos olhos do inimigo, seria eterna. O diabo não contava que o Senhor pagaria o preço necessário para vingar o sofrimento pelo qual a humanidade teve de passar.
A batalha da nossa salvação não foi um ato teatral, em que os poderes do bem e do mal representaram um decreto assinado pelo Altíssimo. O Filho de Deus precisou descer e despir-Se da Sua glória, tornar-Se como um de nós, ser crucificado, abandonado por Deus – passar pela morte espiritual e, depois, morrer fisicamente. Tudo isso tinha de acontecer, ou não teríamos a menor possibilidade de sair do maligno cativeiro.
Após morrer, Jesus desceu às regiões da morte. O diabo e seus demônios faziam festa julgando que o plano de Satanás havia triunfado, pois o Filho de Deus foi separado do Pai e, agora, estava em suas mãos. Mas, nos três dias que passou no seio da terra, após pagar o preço da nossa redenção, o Mestre venceu as forças infernais e tomou as chaves da morte e do Inferno das mãos do chefe supremo da maldade e ressuscitou (Ap 1.18).
Deus tinha tudo isso planejado em Seu coração. Isaías compara o Senhor a um guerreiro que veio de Edom, de Bozra, com vestes de vivas cores, que é glorioso em Sua vestidura, o qual marcha na plenitude de Sua força, falando de justiça e poderoso para salvar. O Seu traje está vermelho, porque sozinho pisou o lagar (Ap 19.15). Não havia ninguém com Ele e, no Seu furor, Ele esmagou as uvas e teve Sua roupa salpicada.
Assim é Jesus quando vem ao Seu encontro; Ele é guerreiro por excelência e traz a justiça como gloriosa vestidura, por isso, pode perdoar todos os seus pecados e redimi-lo para Deus. O Senhor jamais vem com alguma debilidade, mas marchando na plenitude da Sua força. É desse modo que, neste momento, Ele está do seu lado para dar-lhe a vitória de que precisa. Creia nessa verdade e receba o que deseja agora.
Levante-se! Tome posse do que é seu, pois o ano dos redimidos do Senhor é chegado. Não há como Deus não operar em você neste momento. Por outro lado, não existe nada que alegre mais o Senhor do que o livrar de toda amarração diabólica. Vamos! Creia, agora, pois Ele está pronto para curá-lo, libertá-lo e dar-lhe a felicidade que foi conquistada com um preço muito alto – a Sua própria vida. Só depende de você; então, o que você fará?