domingo, 22 de setembro de 2013

EXECUTE O JUÍZO VERDADEIRO


E aconteceu que, como ele clamou, e eles não ouviram, assim também eles clamarão, mas eu não ouvirei, diz o SENHOR dos Exércitos. Zacarias 7.13

É uma grande insensatez desprezar o poder que temos na oração. Isso, além de nos impedir de desfrutar das bênçãos do Senhor, entristece o coração dEle. Em Seu plano para a vida de cada um dos Seus filhos, o Altíssimo planejou que nada faltasse. Contudo, se não seguirmos as Suas orientações, o Seu poder não pode operar em nosso favor. Agora, por que deixar de exercer a sua autoridade, se ela irá libertá-lo das suas aflições?
A luta do bem contra o mal não cessa; a cada instante, o inimigo está planejando algo contra nós. Se confiarmos na Palavra, não enfrentaremos problema algum; no entanto, se deixarmos de crer nela e de cumprir o que nos foi destinado como mandamento, ficaremos vulneráveis às investidas do inimigo. A nossa caminhada de fé foi planejada para ser suave e perfeita.
O Senhor não tem mais nada a fazer em relação ao direito de vivermos bem e desfrutarmos de tudo o que Jesus conquistou para nós em Sua morte. O nosso Pai não precisa lutar com o diabo para obtermos o que nos pertence, nem nós precisamos fazer isso. Basta resistirmos às tentações, e elas fugirão de nós (Tg 4.7). Precisamos, sim, tomar posse do que nos foi preparado e entregue.
É nossa a promessa feita por Cristo de que tudo o que determinarmos em Seu Nome nos será feito; então, por ter saído dos lábios dEle, não há como ser desfeita ou anulada. Não importa o mal que nos ataca; podemos exigir, em o Nome do nosso Salvador, que o maligno saia tão logo invista contra a nossa vida. A nossa ordem dada em o Nome de Jesus é tão poderosa quanto a que o Senhor dava pessoalmente.
Quem não atenta para as orientações do Senhor – o que a Bíblia chama de Seu clamor –, um dia, quando precisar, também clamará e não será ouvido. Isso é uma lei espiritual a qual será cumprida sempre. Portanto, vigie para que isso não ocorra com você. Sem dúvida, o diabo tudo fará para você cometer a tolice de não atender às ordens de Deus, pois, assim, você também não será atendido.
Por outro lado, sendo um cumpridor das ordens divinas, não tenha o menor receio de exercer a sua autoridade e exigir que o inimigo cesse prontamente de importunar ou atacar você. Aos servos obedientes nunca faltará a assistência do Senhor, que é Deus fiel. Já as orações daqueles que não dão a devida atenção aos divinos mandamentos não são reconhecidas. Entretanto, por que alguém, em sã consciência, deixaria de obedecer ao Todo-Poderoso?
O que estamos vendo nesta lição é pura orientação celestial. Por isso, seja um aluno exemplar e, então, veja que o Altíssimo é o Cumpridor de Suas promessas. O melhor é nunca estar fora do plano divino; com isso, podemos continuar seguros de que jamais deixaremos de ser atendidos.

sábado, 21 de setembro de 2013

NA MESMA MOEDA


Assim falou o SENHOR dos Exércitos, dizendo: Executai juízo verdadeiro, mostrai piedade e misericórdia cada um a seu irmão. Zacarias 7.9

A ordem do Senhor havia sido dada. Os israelitas sabiam o que deviam fazer, mas não fizeram como lhes fora ordenado. O mesmo tem ocorrido, hoje, com muitos cristãos que se deixam levar pela tentação; com isso, o inimigo os tem enfraquecido, levando-os a uma vida de submissão aos caprichos malignos. Tudo o que vem do diabo não presta e deve ser rechaçado com urgência.
Deus havia comissionado Seu povo a executar o juízo verdadeiro. Ora, o juízo efetuado pelo homem, aos olhos da Verdade, é falso. Ainda que o devido processo legal tenha sido cumprido à risca, o fato de a lei do homem não ser submissa à do Senhor, e não levar em consideração a causa que leva alguém ao ato ilícito – a opressão de Satanás –, o que for decidido pelo Tribunal, de modo geral, não será a sentença correta.
No entanto, o juízo verdadeiro não visa punir o homem, mas, sim, o demônio que levou o incauto a fazer a sua vontade. A pessoa sem a genuína libertação jamais conhecerá o seu Deus e, por isso, nunca agirá conforme as regras das Escrituras. Quem é do Senhor deve preparar-se para ser usado por Ele do mesmo modo como Jesus o foi. O Filho do Altíssimo julgava segundo a reta justiça – a revelação da Palavra (Jo 7.24).
Um dos exemplos em que Cristo executou o verdadeiro juízo se deu na sinagoga de Cafarnaum. Por 18 anos, uma filha de Abraão era oprimida por Satanás. A cada dia, sua coluna se encurvava mais. Em nossas igrejas, se prestarmos atenção, veremos pessoas a quem o diabo mais e mais afunda no poço do sofrimento. Contudo, da mesma maneira que Jesus libertou aquela mulher, tais pessoas também podem ser libertas por Ele.
Quando não usamos a autoridade que nos foi dada sobre todo o poder do diabo, deixando de libertar as viúvas, os órfãos, o estrangeiro e o pobre da sua angústia, ou intentamos o mal em nosso coração contra o próximo, falhamos completamente. Com isso, somos considerados culpados tanto quanto os espíritos opressores. Os que não atenderem à ordem divina terão de dar contas da sua negligência (Jr 48.10).
Não é certo endurecer o coração como diamante. Quem assim o fizer verá que desprezou a Palavra que podia libertá-lo. Quem não atender ao mandamento divino não agirá como servo do Senhor e, portanto, não usará o poder divino para livrar os oprimidos. Ao agir assim, esse indivíduo perceberá que não foi boa coisa dar as costas para Deus. É importante saber que quem fecha os seus ouvidos também fecha os do Todo-Poderoso.
O certo é ouvir as palavras do Senhor dos Exércitos enviadas pelo Seu Espírito. Elas estão escritas na Bíblia. Saiba que quem as desprezar enfrentará a grande ira do Onipotente no grande Dia e, enquanto permanecer na rebeldia, também sofrerá. O desprezo que você der a Deus fará com que Ele não possa ajudá-lo no momento da sua aflição.