quarta-feira, 12 de junho de 2013

MAJESTOSO MINISTÉRIO


Isto é, Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, não lhes imputando os seus pecados, e pôs em nós a palavra da reconciliação. 2 Coríntios 5.19

Independentemente da atividade que você desempenha, a sua maior missão deve ser cumprir o ministério da reconciliação. Para isso, estude o que essa palavra significa, a fim de não imitar os religiosos, que, muitas vezes, por puro zelo e sem fundamento bíblico, lançam nas trevas as pessoas que não atendem às suas “doutrinas”. Pelo modo como agem, esses “reconciliadores” mais parecem dispersadores.
Reconciliar é levar um amigo ferido a perdoar ao ofensor. Isso é o que devemos fazer. É claro que o ofensor precisa ser tratado com jeito, pois o orgulho humano não o deixa reconhecer que está errado, que fez o que não é bom e, por isso, deve pedir perdão por seus atos. Ora, se alguém procurar uma pessoa que cometeu um erro e ofendê-la pelo seu procedimento, provavelmente ela se revoltará contra tal “apaziguador”.
O reconciliador tem de ser um indivíduo que usa de sabedoria, sabe aproximar-se de alguém que cometeu um fato grave e procura fazê-lo ver que não foi boa a sua ação. Então, deve mostrar-lhe que o ofendido está pronto para restaurar a amizade e vale a pena voltar ao convívio de tal pessoa. Assim, quando o tiver convencido disso, será fácil fazer com que os dois se reconciliem. É essa a atitude que precisamos tomar com os perdidos.
Temos melhores argumentos, pois a verdade é que, se a pessoa não se reconciliou com Deus, não desfrutará do amor do verdadeiro Pai e, por isso, não será protegida das investidas malignas; por fim, quando morrer, será lançada no lago de fogo ardente (Ap 21.8), de onde jamais sairá. Será eterno o suplício de quem não se reconciliar com o Pai de amor. Se mostrarmos isso com sabedoria, não haverá quem não queira acertar-se com Ele.
O Evangelho não é uma religião que disputa com as outras pela alma do pecador. Ele é a Boa Notícia que todos precisam escutar a respeito do que já lhes está preparado. Os que derem ouvidos ao que o Senhor fala serão libertos do reino das trevas e transportados para o Reino de Jesus (Cl 1.13); com isso, seus pecados serão lançados nas profundezas do mar (Mq 7.19). Uma vez salva, a pessoa fica livre das opressões de Satanás.
Não tente discutir religião nem fale sobre a conduta de ninguém. Mas, com calma, amor e unção de Deus, dirija-se a quem ainda não conhece o amor de Cristo e mostre-lhe que Deus está pronto a recebê-lo e a fazer dele um vencedor. Assegure-o de que, se tomar a decisão de servir a Deus de todo o seu coração, ele será recebido pelo Senhor como filho, e, no mesmo instante, seu pecado será perdoado.

terça-feira, 11 de junho de 2013

O MELHOR ESCRITO


No SENHOR, Deus de Israel, confiou, de maneira que, depois dele, não houve seu semelhante entre todos os reis de Judá, nem entre os que foram antes dele. 2 Reis 18.5

Há um costume de escrever na lápide do túmulo de algumas pessoas algo que possa explicar o tipo de vida que elas tiveram. De Ezequias, rei de Judá, foi dito que, nem antes nem depois dele, houve semelhante entre todos os reis de Judá. Se todos os servos de Deus se esforçassem para terem escrito “semelhante” a seu respeito, o mundo viveria melhor, e a obra de Deus prosperaria muito.
Não dá para entender como alguém que tenha conhecido o amor de Deus não passe a confiar nEle de todo o coração. Quem o faz prova que é muito recompensador e gratificante crer no Senhor que cura, liberta e protege. Por que deixar, então, de pôr sua confiança no Altíssimo, ficando, assim, exposto às investidas do inimigo (Sl 97.10)? Os reis que foram antes de Ezequias não experimentaram o quanto Deus os podia ter amado.
Da mesma forma, o cristão carnal, o incrédulo e o displicente não conseguem ter mais de Deus. Alguns, ao verem os fiéis e justos prosperarem, perguntam-se por que o Pai celeste não os ajuda como faz com os servos verdadeiros. O certo é que somos amados na mesma proporção que amamos o Senhor. Quem quer ter dias melhores, ser protegido do mal e viver na atmosfera milagrosa do Senhor deve amá-Lo com todo o coração.
O perverso Senaqueribe, rei da Assíria, investiu contra o reino de Judá. Ele julgou que o culto ali praticado ao Senhor fosse como os outros que se ofereciam nas mais diversas nações aos seus falsos deuses, obra de invenção humana. Mas, em Judá, ele encontrou um rei que servia, de fato, ao verdadeiro Deus e um profeta que conhecia o Senhor. Em uma só noite, Senaqueribe perdeu 185 mil soldados, mortos por um anjo de Deus.
No jardim do Getsêmani, o Senhor Jesus disse que, se quisesse, oraria ao Pai e seriam enviados a Ele 12 legiões de anjos (Mt 26.53). Os servos de Deus, em momento de aperto ou necessidade, podem orar, e o Altíssimo enviará quantos anjos forem necessários para ajudá-los. Um só anjo liquidou com o exército do rei da Assíria. O que esse episódio nos ensina é que basta o Senhor enviar um só dos Seus anjos, e a obra será feita por completo.
Eles poderiam ter contado isso ou outros feitos acerca de Ezequias, mas a lição mais importante era que esse monarca confiara no Todo-Poderoso de tal modo que não houve paralelo em todo o tempo em que Judá foi uma nação. Que de você se fale coisa parecida, pois isso será como um diploma de servo que soube ouvir o Pai e servir a Ele. Mesmo o prezado leitor não tendo um filho que tenha dado alegrias ao Altíssimo, que tal começar hoje?