sexta-feira, 14 de junho de 2013

NÃO DECEPCIONE QUEM ACREDITOU EM VOCÊ


E o carcereiro-mor entregou na mão de José todos os presos que estavam na casa do cárcere; e ele fazia tudo o que se fazia ali. Gênesis 39.22

A trajetória de José do Egito é uma das mais lindas. Filho de pai nobre, foi vendido como escravo e, tendo oportunidade de pecar, recusou-se a fazê-lo por respeitar o Senhor Deus. Ele preferiu ter uma vida normal a desfrutar de prazeres que lhe pudessem redundar em bons momentos na casa do seu senhor. Por ser santo, foi levado ao cárcere sob falsa acusação, mas, como era servo do Altíssimo, não demorou a ser promovido.
    Quem é do Senhor sempre se destacará dos demais; não é preciso autopromover-se, deixar-se usar em práticas erradas ou ser traiçoeiro com alguém. O Pai sabe promovê-lo. Em pouco tempo, na prisão do Egito, o detento José era quem comandava os demais. Isso ocorreu em razão de sua fidelidade a Deus. Quem se deixar levar pelas facilidades apresentadas verá que elas são, na verdade, um golpe do inimigo.
Quando um filho de Deus reconhece que a mão divina o colocou em determinado trabalho, levou-o a se tornar membro de uma família e a reconhecê-lo, ele está dando o primeiro passo em direção ao sucesso. Os que são do Altíssimo tiram água da rocha, retiram do fogo a capacidade de queimar e fecham a boca dos leões (Is 48.21; 2 Rs 1.9-16; 1Sm 17.34-36). Os servos de Deus têm em si a unção que não os envergonha.
Se forem postos para administrar uma empresa, por exemplo, logo se mostram capazes, leais e honestos; sendo eleitos para algum cargo eletivo, não abusam da autoridade que lhes foi investida; exercendo o cargo de gestor, seu setor, em pouco tempo, torna-se referência. O Pai celeste tem prazer em ver Seus filhos seguindo Suas orientações. Por isso, Ele mesmo os defende ou ajuda em momentos de necessidade (Sl 35).
Os servos do Senhor sabem que Ele pode mandá-los a algum lugar que lhes servirá de escola, ainda que este seja uma prisão. E, quando chegar o tempo de saírem de lá, Ele não os tirará às escondidas, mas fará com que todos saibam que ali esteve um homem de Deus, o qual, agora, sairá para uma vida melhor. A instrução dada pelo Altíssimo aos que acreditam em Sua Palavra faz deles melhores em tudo. Quem confia no Pai jamais será confundido (Rm 10.11)!
Faça tudo quanto se deve onde o Todo-Poderoso o colocou. Não deixe que o bom Nome do Senhor, que sobre você foi invocado, seja ridicularizado pelos infiéis, desacreditado pelos inimigos da fé cristã e motivo de escândalo para quem está iniciando a caminhada na fé em Jesus. Em tudo, seja honesto, santo e obediente ao que está escrito, pois o Altíssimo será a sua grande Recompensa. Nunca deixe de honrar o Deus que lhe confiou o Seu Reino!

quinta-feira, 13 de junho de 2013

O POVO PRECISA VER O PODER DE DEUS


E viu Israel a grande mão que o SENHOR mostrara aos egípcios; e temeu o povo ao SENHOR e creu no SENHOR e em Moisés, seu servo. Êxodo 14.31

É de suma importância que os servos de Deus usem o poder dado pelo Senhor por ocasião do batismo com o Espírito Santo. Com isso, seus familiares, amigos, vizinhos, colegas de trabalho e até desconhecidos se maravilharão ao verem a grande mão divina. Deixar de usar a autoridade que o Mestre conferiu aos Seus discípulos é falhar em todos os sentidos. Foi para vencerem que o Senhor os revestiu da Sua unção.
O povo de hoje é igual ao do passado. Naqueles dias, se Moisés ficasse apenas dizendo palavras vãs, os israelitas não o teriam aceitado como enviado de Deus. Os egípcios, por sua ordem, também não teriam acreditado em suas ameaças nem permitido que os escravos hebreus saíssem para a terra da liberdade. Mas, quando viram que o Todo-Poderoso não estava brincando e que o Seu poder era real por intermédio do servo divino, eles creram no Senhor e em Moisés.
Erram de todos os modos os que não exercem a autoridade que lhes foi confiada. Eles não entendem que somente o que faz uma pessoa temer o Senhor é a demonstração de poder. No início do meu ministério, aparentemente o Brasil iria tornar-se uma só casa de feitiços. Contudo, quando o povo começou a ver que o Nome de Jesus liberta os cativos pelos espíritos malignos, muitos alcançaram libertação.
Não foram poucas as vezes em que ouvi pessoas dizerem: “Ah! Se eu soubesse que, em Nome de Jesus, podemos desfazer os trabalhos das trevas, não teria servido ao demônio!”. Em pouco tempo, nossas reuniões ficaram superlotadas. Isso se repetirá hoje com todo aquele que, destemidamente, também assumir o seu lugar em Jesus. Tenho trabalhado nesse ministério desde o início da década de 1970, e o meu exemplo foi seguido por muitos.
O medo – ou a falta de coragem – para cumprir a ordem do Mestre é sinal de que há operação das trevas na vida de quem o tem. Ora, quando uma pessoa lê a Bíblia ou escuta a pregação do Evangelho, o coração dela se enche de alegria e coragem! No entanto, se der ouvidos ao que o demônio lhe fala, ela não fará nada para libertar os perdidos e oprimidos; consequentemente, essa pessoa e seus familiares sofrerão ataques do maligno.
Desde o dia em que Jesus ressuscitou, o diabo sabe que perdeu. Cristo tem, em Suas mãos, as chaves da morte e do Inferno (Ap 1.18). Portanto, não há por que temer as ameaças do maligno; afinal, ele é como um cão desdentado, que – embora rosne e tente avançar em quem se intromete no seu trabalho – não pode fazer nada. Já os que confiam no Senhor se tornam cada vez mais poderosos (Sl 125.1) e, por isso, libertam os cativos, vivendo vitoriosamente!